Doces palavras
Falo de dores, amores, desamores, decepções lágrimas infindáveis e uns sorrisos tímidos. Falo de fé. Às vezes até me acho meio sombria demais por falar de tanta coisa ruim, mas é sentimento, e o sentimento move um coração, move uma alma. Devo ignorar? Acho que devo falar, expressar essas "ruindades", pois talvez assim seja menos pesado, menos cruel. Talvez eu só esteja me iludindo e falando demais... mas quem é que nunca falou além da conta? Não aceito restrições. Eu sei quando devo e quero parar. Não quero, não hoje. Me deixa viver pra sempre, falar pra sempre, sorrir pra sempre, ou chorar, se assim tiver que ser.
Prazer, seja bem-vindo, sinta-se em casa... na minha casa. Não na sua. Aqui seus pés não podem ficar no sofá e os seus pratos sujos é você quem lava. A cozinha fica naquela direção.
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Acho que me apaixonar por ele seria como mergulhar em um precipício.
Seria ou a melhor coisa que me aconteceria ou o erro mais idiota que eu cometeria. Faria com que minha vida valesse a pena ou com que eu me chocasse contra as pedras e me arrebentasse completamente. Talvez a coisa mais sábia a fazer fosse desacelerar as coisas. Ser amigos parecia tão mais simples.
Você é mais forte do que pensa, mas só se quiser ser. Você ainda vai chorar, ainda vai ter momentos em que vai achar que não consegue continuar. Mas você tem que agir como se fosse conseguir.
Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para o quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.
Folhas em brancos.
Sentado em meu quarto, escrevia em meu caderno poemas feitos dos meus sentimentos silenciosos.
Buscava nos versos formas de expressar tudo aquilo que sentia e tinha medo de por para fora.
Assim como as paginas de meu caderno, meus sentimentos pareciam estar se esgotando, e a cada dia ambos foram sendo esquecido.
Um dia alguém achou meu caderno, e percebeu que nele algumas folhas em branco, um pouco envelhecidas, esquecidas, mas intactas.
Olhando para mim esta pessoa percebeu que avia muitos sentimentos em branco em meu coração, e que precisava ser preenchidos. Então seus olhos se encontraram aos meus, e meu coração em branco começou a ser preenchido com seu amor. E assim como meus sentimentos foi preenchido novamente, meu caderno também foi. Ganhando uma nova aparência, uma nova beleza, um novo poema.
Esta pessoa era você, e você se tornou meu mais belo “poema”.
- Flaverson Willian Cruz
Layout retirado do site Blogskins, criado por fallingcloudberries, e adaptado por Certas Coisas.
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Sobre mim
"Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama.
Ola meu nome é Sarah Regina Alves tenho 2o anos e moro em Londrina/Pr
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Acho que me apaixonar por ele seria como mergulhar em um precipício.
Seria ou a melhor coisa que me aconteceria ou o erro mais idiota que eu cometeria. Faria com que minha vida valesse a pena ou com que eu me chocasse contra as pedras e me arrebentasse completamente. Talvez a coisa mais sábia a fazer fosse desacelerar as coisas. Ser amigos parecia tão mais simples.
Você é mais forte do que pensa, mas só se quiser ser. Você ainda vai chorar, ainda vai ter momentos em que vai achar que não consegue continuar. Mas você tem que agir como se fosse conseguir.
Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para o quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.
Folhas em brancos.
Sentado em meu quarto, escrevia em meu caderno poemas feitos dos meus sentimentos silenciosos.
Buscava nos versos formas de expressar tudo aquilo que sentia e tinha medo de por para fora.
Assim como as paginas de meu caderno, meus sentimentos pareciam estar se esgotando, e a cada dia ambos foram sendo esquecido.
Um dia alguém achou meu caderno, e percebeu que nele algumas folhas em branco, um pouco envelhecidas, esquecidas, mas intactas.
Olhando para mim esta pessoa percebeu que avia muitos sentimentos em branco em meu coração, e que precisava ser preenchidos. Então seus olhos se encontraram aos meus, e meu coração em branco começou a ser preenchido com seu amor. E assim como meus sentimentos foi preenchido novamente, meu caderno também foi. Ganhando uma nova aparência, uma nova beleza, um novo poema.
Esta pessoa era você, e você se tornou meu mais belo “poema”.
- Flaverson Willian Cruz
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